Poema - "O que eu odeio" - Andrade Cadete
Andrade Cadete, militante anarquista brasileiro e pensador da Educação Libertária baseada em Ferrer y Guardia, escreve o poema "O que eu odeio" para o jornal "A Plebe" em 30 de setembro de 1917, no contexto da Greve Geral de 1917 em São Paulo. "Porque nenhuma fronteira do mundo pode barrar a Revolução Social" Inspiração: Jornal - "A Plebe" de 30 de setembro de 1917. Narração: Companheiro R. Encontre-nos: Social: JCompanheiro@kolektiva.social Blog: fediverse.blog/@/jCompanheiro Media: jcompanheiro@kolektiva.media ESP: Andrade Cadete, militante anarquista brasileño y pensador de la Educación Libertaria radicado en Ferrer y Guardia, escribe el poema "O que eu tarde" para el periódico "A Plebe" el 30 de septiembre de 1917, en el contexto de la Huelga General de 1917 en São Paulo . “Porque ninguna frontera en el mundo puede detener la Revolución Social” Inspiración: Periódico - "A Plebe" del 30 de septiembre de 1917. Narración: Compañero R. Encuéntranos: Social: JCompanheiro@kolektiv
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