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Belíssimo, belíssimo, belíssimo
Repita-se, a propósito de 'A Cativa', porque não são assim tantas as vezes que se pode fazê-lo: belíssimo, belíssimo, belíssimo. Proust resiste assim tanto a transposições cinematográficas? Não parece: em entrevistas, Chantal Akerman explica que ao
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